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A educação anti-autoritária nas crianças e a nova pedagogia

 

 

A educação anti-autoritária nas crianças

A educação anti-autoritária é um conceito que vem sendo desenvolvido no final dos anos sessenta e que enfatiza que a autonomia de desenvolvimento da criança é primordial. Antecedentes: a antiga geração de pais cresceu em condições muito conservadoras e queria oferecer aos filhos uma educação que lhes permitisse desenvolver-se sem constrangimentos.

A educação musical para crianças ajuda a promover os seus talentos

 

Aulas de música para crianças

 

A educação musical para crianças pequenas oferece às crianças a oportunidade de experimentar um encontro criativo com instrumentos musicais, sons e movimentos, o que lhes permite descobrir e promover seus talentos individuais. O conceito é voltado para crianças de 4 a 6 anos e os cursos são oferecidos tanto em escolas particulares quanto públicas. 

A ensino da música tem a particularidade de inculcar valores nos jovens, desde a mais pequena idade, ao mesmo tempo que os afasta de inclinações para a delinquência.  

O estado deve apresentar uma alternativa ao aborto

 

Alternativa ao aborto


A interrupção voluntária da gravidez, nome menos gravoso para a realidade ética que está em causa, é atribuído pela comunicação social, que muitas vezes anda a reboque da ideologia de esquerda, que tudo facilita para despenalizar. A verdade é que a prática do aborto é uma realidade muito dramática, sobretudo nas mulheres mais jovens, e que levanta muitos problemas de natureza ética para a sociedade.

Le Pen com melhor prestação no debate presidencial

 

Candidatos às presidenciais em França

 

 

Contrariando o que divulga a opinião dominante na comunicação social sobre o debate entre Marine Le Pen e Macron, a candidata da direita securitária francesa não esteve assim tão encurralada como opinam os comentadores e jornalistas nacionais. Pelo contrário esteve bastante segura e assertiva no debate para as presidenciais de 2022.

A igualdade de género no partido socialista

 


 

Ficaríamos todos satisfeitos se o novo governo socialista não tivesse nenhuma ministra, pois isso significaria que a falta de qualidade dos governantes seria exclusiva do homem e que, por por outro lado, as mulheres não se deixariam permeabilizar pelas más ideias socialistas.

Afinal, qual é o verdadeiro discurso do mal?

 

Discurso

Ontem ouvíamos falar sobre o discurso do mal na assembleia da república e de um vírus que se instala na sociedade, do qual o parlamento também não está imune. Parece que o mal estava associado aos nacionalismos. Mas nós agora perguntamos: qual é, afinal, o verdadeiro discurso do mal?

O estado do humor nos países socialistas


humor

 

Nos países governados mais à esquerda os programas de humor dirigem sempre os comentários graciosos a pessoas, indivíduos ou personalidades de direita. Humor contra a esquerda geralmente não existe. A sociedade não alberga humoristas de direita. Por isso, na arte, no teatro e no espetáculo, quem for de direita não terá muito trabalho.

Salvem-nos do socialismo, ou o país irá para uma grande crise!

 

socialismo

 

Nos últimos anos o país tem perdido poder de compra e competitividade.  As pessoas estão cada vez mais pobres em Portugal, os empregos são mais precários e as pensões são miseráveis. Não há quem aguente. Veja-se também o caso dos impostos, que estão altíssimos: o ISP nos combustíveis, o IVA em vários setores, o IA na compra de veículos, para não falar do IMI das habitações que está num valor incompreensível. Agora com a agravante do aumento dos preços da matéria prima, da energia, dos transportes e dos combustíveis a inflação irá aumentar. Quando os consumidores verificarem que o preço dos bens de primeira necessidade irá duplicar ou triplicar, vai ser dececionante.

Sobre a lei de emergência sanitária



lei da emergência sanitária

 

Muitas pessoas estão já saturadas com o prolongamento da obrigatoriedade de certa medidas para combater a covid 19 e que afetam a esfera individual dos cidadãos. E muitas vezes as medidas criadas pela DGS são alvo de discussão pública e debate. Mas querer passar do patamar do debate público e parlamentar para a criação de uma nova lei específica sobre emergência sanitária e que antevê uma revisão constitucional feita à medida deste objetivo, já é caso para preocupação.

Proibição da ideologia LGBTI nos infantários e escolas primárias

 

A ideologia lgbti

 

A comunidade LGBTI tem encontrado muitos obstáculos, felizmente. Propõe-se divulgar as suas ideias decadentes aos jovens e nas escolas, e desta vez encontrou mais um entrave no estado da Flórida, que não permitiu que fossem divulgadas ideologias LGBTI até uma certa idade nas escolas. Desta forma ficam proibidas discussões sobre a identidade de género ou orientação sexual nos infantários e nas salas de aula das escolas primárias do estado americano. Este foi um projeto de lei aprovado pelo senado da Flórida com a designação de "Don’t Say Gay".


Os grandes desfios do Sínodo da Igreja

 

 


O desafio do sínodo da Igreja proposto pelo papa Francisco vai chegar a todas as comunidades e apela às suas participações, no sentido de darem a conhecer quais são as necessidades reais para a Igreja de hoje. Desta forma o papa poderá promover uma modificação nas estruturas da Igreja, adaptando-as aos novos tempos e possibilitando aos fiéis uma participação mais ativa e visível na sociedade. De facto, o mundo não é o oposto da igreja mas o seu espaço de trabalho.  Com esta iniciativa, o papa não está a trazer novidade mas principalmente a apropriar-se do concílio Vaticano II. Sabemos que estamos a viver um tempo difícil, mas também promissor. 

A participação dos fiéis na igreja precisa de uma real atualização que vá de encontro aos novos tempos da sociedade.  Há a necessidade de uma transformação radical no género de serviços que se prestam na igreja. A grande proposta deste sínodo é uma reforma. Mas com a participação mais alargada a todos o desafio não é tanto democratizar correntes de opinião na igreja ou patamares de poder. O papa pretende acabar com a cultura clericalista na igreja, que é um desvirtuamento à mensagem do evengelho. Para isso, o papa Francisco pede uma igreja mais aberta e dialogante.

Neste sínodo estão em cima da mesa muitos temas que têm a ver com a adaptação da Igreja aos novos tempos em sociedade. Entre eles estão os novos modelos para formar padres, o celibato obrigatório, uma participação mais ativa dos leigos na evangelização, o papel das mulheres na igreja e também outros desafios que se colocam diante da sociedade atual.

 

Não ao fim das centrais termoeléctricas

 


 

Portugal não se deve dar ao luxo de esbanjar todas a reservas de energia eléctrica que possui. É muito interessante falar apenas de energia verde, ou energias renováveis, mas o problema é que os invernos que virão de futuro poderão ser bastante frios. Ora, os painéis de energia solar não vão chegar para abastecer energia em todo o país nos meses mais frios. Os painéis solares terão muito menos rendimento. Se acabarem com todas as centrais termoeléctricas não haverá energia eléctrica suficiente para todo o país. E depois? Quem irá vender energia a Portugal? É que os outros países da Europa também precisam dela. Até que ponto estarão eles disponíveis para a dispensar a Portugal? E nesse caso, Portugal terá de importar energia a um preço muito elevado. Por isso, as centrais termoeléctricas fazem muita falta. A vantagem é que o carvão pode ser armazenado para os momentos mais difíceis. 

Há países na Europa que estão a investir em outro tipo de energia que não a solar. França, por exemplo, parece estar a investir em energia nuclear. Por aqui se pode concluir que Portugal nunca deveria ficar apenas com energia solar. Com o fecho das centrais a carvão, como aconteceu em Sines, Portugal vai precisar de importar energia a outros países, nomeadamente a Espanha, como está a acontecer agora. Essas centrais que fecharam farão muita falta perante a escassez de energia solar e eólica em certos períodos do ano que se poderão verificar futuramente. É preciso atender à soberania do país e não criar dependências externas que só irão prejudicar a economia no futuro.