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Porque se construíram os Labirintos

 

Os labirintos são espaços construídos com diversos tipos de material, e que têm um grande número de divisões. São também construídos de forma extremamente complicada e, uma vez dentro deles, torna-se muito difícil encontrar a saída.


A sua origem é cretense, propagando-se depois pela Europa e pela Ásia. Curiosamente, na idade da pedra eles eram gravados nas paredes das grutas.

Catedral de Chartres

O maior labirinto de que se tem notícia foi construído na parte subterrânea da Catedral de Chartes, em França. Os labirintos eram chamados de caminhos de Jerusalém, pois os peregrinos judeus, por não poderem vir até à Cidade Santa, no Ocidente, substituíam estas viagens por uma jornada feita de joelhos pelos labirintos próximos às igrejas. Supõe-se que eram muito utilizados pelo clero e pelos devotos. Existe um documento do ano de 1423, mostrando que na Páscoa o clero dançava em passos de valsa, no ritmo das canções religiosas, caminhando por um labirinto e encontrando o bispo na parte central.

Existem muitas histórias sobre bispos e padres nas catedrais de Dens, Auxerre e Chartres. Aliás, a Sexta-Feira santa representa o mundo dos labirintos. Os chefes das igrejas, porém, por saberem que os labirintos eram de origem pagão, orientaram os padres a deixarem de lado esse costume. por isso, em 1538 as danças religiosas foram proibidas, e em 1690, todos os labirintos destruídos. Contudo, a superstição em torno destes locais era muito forte, e permanece ainda até aos dias de hoje. Na Índia, por exemplo, quando uma criança está para nascer, desenha-se num papel, ou mesmo na parede, um labirinto de sete voltas, para que o seu nascimento seja feliz.

O mistério da Atlântida

 

Pensou-se que no fundo o oceano Atlântico está provavelmente o restante de um continente perdido designado por Atlântida.


Tal continente teria existido a oeste de África do Norte e de Espanha. Platão, um filósofo grego, nos diálogos Crítias e Timeu, deixa uma descrição bastante convincente acerca desse lugar. Aliás, fica mesmo difícil acreditar que fosse apenas um relato baseado na sua imaginação.

Assim, a Terra seria habitada pela quarta Raça Mãe. Quando se encontrava no apogeu da sua prosperidade, há mais ou menos um milhão de anos atrás, a Atlântida ocupava quase toda a área atualmente coberta pela parte setentrional do oceano Atlântico. Chegaria do nordeste até à Escócia, e ao noroeste até ao Labrador, cobrindo, ao sul, a maior parte do Brasil. Mas o grande cataclisma que ocorreu acerca de 80 mil anos, destruiu quase tudo o que restava desse grande continente. No entanto, há ruínas que estão a ser descobertas e também pesquisadas ao longo da costa de Espanha, das Ilhas Canárias, de Marrocos, de Portugal e também dos Açores.

Mapa da Atlântida

Vejamos a situação das Ilhas Canárias, dos Açores e da Madeira: podemos admitir que fossem cumes montanhosos suficientemente altos para se poderem manter acima do nível das águas do mar, quando ocorreu a catástrofe global, submergindo a Atlântida? A verdade é que os gauleses, os irlandeses e os celtas britânicos acreditavam que os seus antepassados tinham vindo de um continente que se afundou conhecido por Avalon. Os bascos, que se encontram a sudoeste de França e a norte de Espanha, acreditam que são descendentes da Atlântida. á qual chamam "Atlaintika". Também nas Ilhas Canárias, onde o nome "Atalaya" é usado com frequência, na época em que os territórios foram descobertos, os habitantes diziam-se sobreviventes de um cataclisma.

Também, por outro lado, quando os espanhóis chegaram ao México, souberam que os astecas julgavam ser originários de "Aztlán". Eles pensavam que poderiam ser descendentes da Atlântida. Por isso, o méxico seria deles, devido à estreita ligação com o continente.

Locais Misteriosos

 
Locais misteriosos e enigmáticos na História das Civilizações

Chichén Itzá: a cidade dos Maias

A misteriosa cidade maia em ruínas de Chichén Itzá, que fascinou e intrigou arqueólogos, exploradores e historiadores, teve o seu apogeu entre 600 a. C. e 1200 d. C. e era provavelmente o principal centro político e religioso de todo o Yucatán nessa época.


A Grande Esfinge de Gizé: um enigma da Antiguidade

A Grande Esfinge localiza-se no planalto de Gizé, cerca de dez quilómetros a oeste do Cairo, na margem ocidental do rio Nilo. Os governantes egípcios adoraram-na como uma das facetas do deus-Sol, chamando-lhe Hor-Em-Akhet (Hórus do Horizonte). A esfinge está sobre parte da necrópole da antiga Mênfis, o trono dos faraós, a pouca distância de três grandes pirâmides — a Grande Pirâmide de Khufu (Kéops), Khafre (Quéfren) e Menkaura (Miquerinos). O monumento é a maior escultura sobrevivente do mundo antigo e mede em certas partes vinte metros de altura e setenta e cinco de comprimento.


O Grand Canyon: um tesouro egípcio escondido?

Teriam habitado nas cavernas de Marble Canyon diversas civilizações orientais, entre as quais as egípcias? Ou registos culturais relativos ao local foram o resultado de expedições posteriores durante o século XX?


As sentinelas de pedra na ilha da Páscoa

As sentinelas na ilha da Páscoa são um grande número de estátuas gigantes de pedra espalhadas ao longo da costa. São também conhecidas, em menor escala, pela sua escrita misteriosa e ainda indecifrada, conhecida como o rongorongo. A ilha de Páscoa é a ilha habitada mais isolada do mundo, e agora é chamada de Rapa Nui, que significa "Grande Ilha". Está localizada no Suduoeste do oceano Pacífico, a três mil e duzentos quilómetros do centro populacional mais próximo.


O labirinto de Knossos e o mito do Minotauro

A estação arqueológica de Knossos situa-se num monte cinco quilómetros a sudeste da cidade de Heraklion, a capital moderna da ilha de Creta, no mar Egeu. A principal característica da extraordinária estação de Knossos é o Grande Palácio, um enorme complexo de aposentos, salões e pátios cobrindo aproximadamente dezanove mil metros quadrados. O Palácio de Knos-sos está intimamente associado na mitologia grega com Teseu, Ariadne e o temível Minotauro.


As terras perdidas de Mu e de Lemúria

Mu e Lemúria são nomes intermutáveis para uma terra perdida que supostamente se localizava algures no Sul do oceano Pacífico. Este antigo continente em aparentemente o lar de uma cultura avançada e altamente espiritual, talvez a alça-mãe de toda a Humanidade, mas afundou-se no mar há muitos milhares de anos devido a algum tipo de cataclismo geológico.


Petra: a misteriosa cidade de pedra

A antiga cidade de Petra encontra-se no interior de montanhas de grés no deserto que fica a sudoeste da moderna Amã, a oitenta quilómetros do mar Morto na Jordânia. Este grande mistério do deserto contém quase mil monumentos e outrora possuía fontes, jardins e um abastecimento permanente de água. Mas porque terá sido escavada na pedra num local tão remoto e árido? Quem construiu esta majestosa cidade e o que aconteceu aos seus habitantes?


A terra perdida da Atlântida

O mistério terra perdida da Atlântida alimentou a imaginação de poetas, eruditos, arqueólogos, geólogos, ocultistas e viajantes durante mais de dois mil anos. O conceito de uma civilização altamente avançada inspirou os crentes na verdade histórica do mito da Atlântida a procurarem os vestígios desta grande civilização de outrora em praticamente todos os cantos do planeta.


El Dorado: em busca da cidade de ouro perdida

Será o El Dorado uma cidade de riquezas incontáveis escondida nas profundezas do coração da floresta amazónica? Ou antes um rei mexicano ou Homem Dourado coberto de ouro em pó dos pés à cabeça? A crença neste tesouro perdido tem inspirado muitos sonhos e tem levado a muitas buscas. No século XVI, os conquistadores espanhóis empreenderam viagens cheias de perigos na esperança de vislumbrarem a fabulosa cidade de ouro e o explorador inglês Sir Walter Raleigh escreveu em 1596 que conhecia a sua localização exacta.
Haverá mesmo um El Dorado ou a cidade só existe na mitologia dos povos nativos americanos da Colômbia?



A cidade perdida de Helike

A antiga cidade de Helike, situada na margem sul do golfo de Corinto, cerca cento e cinquenta quilómetros a oeste de Atenas, foi originalmente fundada no início da Idade do Bronze (2600-2300 a. C.). A primeira povoação pré-histórica foi submergida pelas ondas cerca de dois mil anos antes de a cidade ter sido destruída. No século VIII a. C. Homero escreveu que Helike enviara navios para guerra de Tróia sob o comando de Agamémnon.


O Stonehenge americano: o enigma de Mystery Hill

Mystery Hill, ou o Stonehenge americano, como acabou por ficar conhecido, situa-se em North Salem, no estado de New Hampshire, a cerca de sessenta e cinco quilómetros a norte de Boston. Este enigmático complexo megalítico encontra-se espalhado ao longo de uma área com cerca de cento e vinte metros quadrados e consiste num misto desordenado de pedras erigidas, muros de pedra e câmaras subterrâneas. Mystery Hill não é uma localização isolada; pelo contrário, faz parte de um conjunto de centenas de locais com arranjos de pedras e câmaras subterrâneas fora do comum que se encontram na América do Norte, muitos dos quais em New England.


O enigma de Silbury Hill

O enigma de Silbury Hill, a maior colina feita pelo Homem na Europa e uma das maiores do mundo. O local fica no meio da paisagem sagrada pré-histórica que rodeia a actual aldeia de Avebury e contém um complexo de monumentos neolíticos que inclui círculos de pedra, alinhamentos de pedras e câmaras funerárias.


Stonehenge: um local de culto ancestral

O Stonehenge é talvez o monumento antigo mais reconhecível do mundo. Foi erguido com um grupo de gigantes de pedra abraçados na planície de Salisbury.
As suas origens remontam para lá dos misteriosos druidas celtas dos últimos séculos antes de Cristo.


Tróia: o mito da cidade perdida

Esta lendária cidade, cenário da Guerra de Tróia que durou dez anos, está pro-fundamente ligada a algumas das mais proeminentes personagens da mitologia grega, desde as deusas Hera, Atena e Afrodite (e a incomparável beleza de Helena) até aos Heróis como Aquiles, Páris e Odisseu.


Newgrange: observatório, templo ou túmulo?

O túmulo neolítico de Newgrange é um dos maiores monumentos pré-históricos do mundo. Foi construído há provavelmente cerca de cinco mil e cem anos, o que faz dele seiscentos anos mais antigo do que a Grande Pirâmide de Gizé, no Egipto, e mil anos mais antigo do que os trilitos de Stonehenge.


Machu Picchu: a cidade perdida dos Incas

Machu Picchu foi uma cidade construída pelo governador do império inca no século XV e está localizada nas montanhas dos Antes, no Peru. É provavelmente o mais espectacular sítio arqueológico da América do Sul e o símbolo mais famoso dos Incas.
Machu Picchu parece ter sido habitada mesmo até a os Espanhóis terem conquistado o Peru, em 1532. A cidade, com aproximadamente duzentos edifícios (habitações, palácios, templos, observatórios e estruturas de armazenamento), é um feito espantoso de planeamento urbano, engenharia civil e arquitectura.


A Biblioteca de Alexandria

A Biblioteca de Alexandria foi outrora a maior biblioteca do mundo e continha abras dos maiores escritores e pensadores da antiguidade como Homero, Platão, Sócrates e muitos mais. A crença popular é que terá sido destruída por um enorme incêndio há dois mil anos, perdendo-se a sua valiosa colecção. Desde a sua destruição que esta maravilha do mundo antigo inspira a imaginação de poetas, historiadores, viajantes e eruditos, que lamentaram uma tão grande perda de conhecimento e literatura. 



A Grande Pirâmide: um enigma no deserto

A Grande Pirâmide de Gizé é a mais antiga e única sobrevivente das Sete Maravilhas do Mundo Antigo e tornou-se num símbolo não só do Egipto da antiguidade como também de tudo o que é oculto e misterioso.