O homem, ao procurar manter um elo com o mundo divino, sempre cercou os seus mortos com cerimónias dos mais variados tipos, dependendo do país e dos seus costumes. Desde o chamado período paleolítico, os homens enterravam os mortos no intuito de que a grande deusa, a Mãe Terra, cuidasse dos seus filhos que estavam a voltar, os quais germinariam e se transformariam em plantas. Por outro lado, nos povos do Baixo Nilo e nos sítios arqueológicos de Sergipe foram encontrados corpos enterrados em posição fetal, como se estivessem vivendo urna nova gestação. Todos estes rituais refletem as crenças na vida para além da morte, que já eram próprias das civilizações antigas. Além disso, muitos destes povos, acreditavam que podiam comunicar com a natureza e alterar os seus comportamentos através da magia.
O que é a alquimia
A Alquimia é uma técnica esotérica que possui objetivos espirituais semelhantes a muitas tradições mágicas. Aparecendo no ocidente no século XII, como termo de referência, estava relacionada com a procura de um «elixir de imortalidade», com uma cura universal, ou com um meio de transportar metais não preciosos em ouro. Foi considerada percussora especulativa da química, sendo, no entanto, bastante diferente desta: a química linda com tudo o que é cientificamente verificável, enquanto a alquimia, como prática de magia, preocupa-se antes com a realidade escondida acende sob a perceção normal.
A tradição e o espírito do Xamanismo
No tempo em que as comunidades estavam mais isoladas e se auto-sustentavam, os xamãs eram uma parte integrante das suas culturas. De acordo com a tradição e o espírito do xamanismo, eram eles que tratavam os doentes e os feridos, ainda que não fossem especificamente curadores. Comungavam com os ancestrais, com os espíritos e com os deuses, apesar de não serem padres. Por outro lado, também ofereciam conselho às suas comunidades, ainda que não fossem sábios e advogados. Eles eram, em vez disso, uma combinação de todos estes papéis.
O mistério da Atlântida
Pensou-se que no fundo o oceano Atlântico está provavelmente o restante de um continente perdido designado por Atlântida e que faz parte de um dos lugares mais misteriosos da história. Tal continente teria existido a oeste de África do Norte e de Espanha. Platão, um filósofo grego, nos diálogos Crítias e Timeu, deixa uma descrição bastante convincente acerca desse lugar. Aliás, fica mesmo difícil acreditar que fosse apenas um relato baseado na sua imaginação.
Porque se construíram os Labirintos
Os labirintos são espaços construídos com diversos tipos de material, e que têm um grande número de divisões. São também construídos de forma extremamente complicada e, uma vez dentro deles, torna-se muito difícil encontrar a saída.
Vida e obra de Santo António de Lisboa
Santo António é o mais popular santo português e conhecido em toda a Europa e até no mundo.
Mundos oníricos e viagens xamânicas
Entrar num mundo onírico é entrar num mundo onde tudo pode acontecer. Um mundo mágico de possibilidades ilimitadas, onde o sonhador descobre que pode voar, mudar de forma, passar através de objetos sólidos ou nadar no sol. Acontece onde, especialmente enquanto o sonho decorre, tudo parece tão real como a realidade que partilhamos no dia-a-dia. Nos mundos oníricos e viagens xamânicas o sonho é o modo do ser espiritual comunicar com o ser físico, transmitindo informação através de imagens alegóricas que se relacionam com a experiência e a vida do sonhador. Porque o mundo onírico interno reflete a vida exterior do sonhador, isso leva a que uma mudança na vida externa resulte numa mudança no mundo onírico.
Indo um pouco mais além, porque todos os mundos são oníricos, uma mudança no mundo onírico interno produzirá uma mudança no mundo externo. Por isso, esta prática de sonhar é também uma forma de magia. A ideia de que todos sonhamos a nossa existência não é nova e, por isso, se somos os criadores da existência temos, por extensão, a capacidade de a modificar através da mudança do sonho. Sonhar é uma atividade humana importante e mudar um sonho é um meio importante de alterar as circunstâncias, o comportamento e as respostas externas.

Na tradição e no espírito do xamanismo tradicional, o xamã reconhece a validade deste outro mundo e aceita que o mundo em que habitamos é uma paisagem onírica de outra realidade. É por isso que os xamãs podem realizar feitos mágicos ou sobrenaturais; eles conseguem entrar noutros mundos sempre que querem e projeta-los de tal forma que podem ser experenciados por um observador.
Todos nós temos a capacidade de viajar para outros mundos. E de facto isso é o que se faz todas as noites quando se sonha. Estes outros mundos são locais de infinitas possibilidades, onde a informação é transmitida num formato com o qual o viajante se consegue relacionar. Contrariamente aos sonhos, a viagem xamânica é uma viagem realizada com uma intenção consciente e um objetivo específico, tal como a obtenção de uma cura ou de uma nova compreensão. A viagem pode começar no espaço sagrado interior. Quando viaja noutro reino, é importante estar recetivo ao que possa acontecer e a qualquer coisa que possa encontrar. Confie na intuição e acredite que aquilo que vem ter consigo, seja o que for, é o que está certo. Deixe-se ir ao sabor da corrente e não tente forçar nada.
Trabalhar com os sonhos
Para trabalhar com um sonho com o objetivo de o alterar ou de o interpretar precisa de voltar a ele, trazendo de novo à memória, enquanto permanece relaxado e consciente. O relaxamento permite que a sua intuição flua mais livremente e habilita-o a usar a criatividade num maior grau. É esta interação da intuição criativa que lhe permite obter uma maior autocompreensão a partir dos sonhos, e realizar uma mudança benéfica que lhe permitirá seguir em frente.
Explorar a interpretação de sonhos
A interpretação que os sonhos estão a tentar transmitir pode ser adivinhada pela simples pergunta de quem é ou o que está no sonho. se conseguir praticar o sonho lúcido, as questões podem mesmo ser colocadas durante o sonho. se não for o caso, As perguntas podem ser feitas quando o recordar. Para determinar se consegue ou não sonhar de forma lúcida, procuro realizar um ato voluntário durante o sonho. Tente algo simples, como por exemplo, olhar para as mãos ou para os pés e ver o que pode fazer. Se acordar com a memória de um sonho, reveja-o novamente para o memorizar ou, ainda melhor, escreva-o imediatamente. se possível, volte logo a ele ainda que o possa fazer mais tarde.
Quando voltar ao sonho, questione gentilmente as personagens e os locais envolvidos. Aceite a primeira resposta que vem à mente, A exceção de esta ser «não». Além disso, não se deixa intimidade se uma personagem tentar fugir ou assusta-lo. se necessário, siga-as, pois elas levá-lo-ão à resposta.
Frequentemente, as personagens principais do sonho são manifestações de aspetos do sonhador. Por exemplo, os sonhos perturbadores, possivelmente envolvendo a morte ou algum tipo de violência, não significam necessariamente que algo mal vai acontecer as personagens envolvidas. em vez disso, as partes feridas representam mágoas, provavelmente por não lhes estar a ser possível expressarem-se livremente.
Anote os seus sonhos num diário, para consulta futura, pois estes podem levar a uma grande autocompreensão. Por isso, mantenha um bloco de apontamentos à cabeceira para apontar os seus sonhos enquanto estão frescos na memória, pois eles têm tendência a desvanecer-se rapidamente da consciência vigil.
Os mundos oníricos e viagens xamânicas são criações da imaginação nos sonhos onde tudo pode acontecer e são também uma forma de magia.
Lugares e culturas do México
O território do México consiste num planalto atravessado por vales amplos e cercado a oeste por montanhas, algumas das quais vulcânicas. A Baixa Califórnia, a península de Iucatão e as faixas costeiras são as principais regiões de baixa altitude. Mas os lugares e culturas do México fazem deste país da América do Sul uma região a conhecer, quer em história, quer em tradições.
Breve história do México
O México de início foi ocupado por civilizações como a maia e a asteca, que construíram 4 cidades grandiosas com praças, palácios e pirâmides. Mas os conquistadores espanhóis, atraídos por lendas de tesouros fabulosos de ouro e prata, invadiram o México em 1519 e colonizaram as civilizações aí existentes. Durante 300 anos governaram o país, unificado com a sua língua e religião católica. O México conseguiu a independência de Espanha acerca de 1821. Hoje a maioria dos mexicanos é mestiça, isto é descende dos nativos e dos colonizadores espanhóis.
Situação económica
Embora metade da população Viva nas cidades, muitas pessoas habitam em zonas acessíveis apenas a cavalo. Contudo, os transportes aéreos e ferroviários estão a melhorar. De facto, são tantas a regiões montanhosas ou secas que apenas 12% da terra pode ser usada para agricultura. E ainda que o México se esteja a industrializar-se rapidamente, mais de metade da população ativa trabalha ainda na agricultura.
Mas o país possui extensas reservas petrolíferas e riquezas minerais, que vêm trazer uma compensação para a economia. Como riqueza mineral, por exemplo, o país fornece atualmente um quinto da prata do mundo, alguma da qual é usada em belas peças de ourivesaria. No entanto, no início no século XXI, o México tem problemas de sobrepovoação e uma elevada dívida externa. Se houver uma ligação mais estreita com os Estados Unidos é possível tornar mais forte a sua economia no futuro.
Vestígios da cultura maia e asteca no México
O México é também uma região associada a culturas ancestrais e à magia dos povos. A pirâmide maia do século XII, na cidade de Chichén Itzá, é uma das muitas construções deixadas pelas civilizações antigas que existiram em tempos no México, e faz parte dos locais misteriosos da história das civilizações. Pensa-se que a cidade de Chichén Itzá tenha sido criada no ano de 514 d.C. pelas mãos de Lakin Chan, um sacerdote também conhecido como Itzámma. Na sua melhor época esta cidade tinha centenas de edifícios. Atualmente, as suas ruínas dividem-se em dois grupos. Por um lado existem aquelas que pertencem a um período clássico da civilização maia, e que andaria por volta do ano 250 a 900 d.C. Por outro lado, existem outras ruínas mais tardias, que se referem ao período Toltec, o qual existiu desde os finais do século décimo até ao princípio do século XIII.
Apesar de tudo, o edifício mais conhecido do império maia é a famosa pirâmide da cidade de Chichén Itzá, situada no local denominado de tempo de Kukulcan. Esta enorme pirâmide construída com degraus, e que faz parte de um conjunto de dois edifícios do templo, é também conhecida em espanhol como El Castillo
Culturas associadas à magia em lugares e culturas do México
Durante a festa do Dia dos Mortos, que se realiza todos os anos, as ruas são decoradas com flores e vêm-se esqueletos por toda a parte. Além disso, também é bem conhecido o símbolo da máscara asteca que, neste exemplo, está incrustrada de turqueza, representando um deus.
Gastronomia mexicana
Os mexicanos comem uma grande variedade de alimentos e utilizam diversos condimentos nas refeições. O piripiri é um ingrediente importante na comida mexicana, e é utilizado para dar paladar e tornar picantes muitos pratos. As panquecas ou tortillas, são a base de muitas refeições. Por isso, os pratos condimentados, são dos elementos que caraterizam a gastronomia mexicana. Também, por outro lado, no México o peixe é muito apreciado, quer seja frito ou grelhado.
Recordações
Milhares de pessoas procuram ganhar a vida nas ruas apinhadas de gente na Cidade do México. Muitos procuram vender recordações.
A música
A música tradicional popular tem muitos apreciadores no México.
Os têxteis
Embora atualmente muitos tecidos sejam de fabrico industrial, alguns mexicanos ainda se dedicam à arte tradicional de tecer manualmente tecidos coloridos.
A selaria
Nas planícies do norte do México criam-se cavalos em grande quantidade. Os mexicanos são bons cavaleiros. Usam celas de cabedal feitas por artífices locais.
O elástico das pastilhas
Nas florestas do México cresce uma árvore espontânea, a sapodilla, de onde se extrai uma seiva leitosa de cor branca, denominada chicle.
Bebidas com picos
Nas regiões desérticas e secas do México crescem muitas variedades de uma planta cujas folhas têm picos, denominada agave. Usa-se o sumo de duas variedades diferentes para fazer duas bebidas alcoólicas, a tequila e o mezcal.










