Ontem ouvíamos falar sobre o discurso do mal na assembleia da república e de um vírus que se instala na sociedade, do qual o parlamento também não está imune. Parece que o mal estava associado aos nacionalismos. Mas nós agora perguntamos: qual é, afinal, o verdadeiro discurso do mal?
Não será, por ventura, os funcionários do estado a ganhar dez vezes mais do que um reformado, que recebe uma pensão de 300 euros? Essas pensões não deveriam envergonhar toda a Europa, como muito bem refere o líder parlamentar do partido Chega? Que dizer também daqueles que alcançam o estatuto de refugiados em Portugal, e que são muito mais bem tratados do que os miseráveis dos pensionistas? Não será esse o verdadeiro discurso do mal? E a classe média a desaparecer, à medida que aumenta a pobreza em Portugal? E a substituição populacional que vai aos poucos apagando o legado de Dom Afonso Henriques, deixando o país culturalmente irreconhecível não tarda muito? Não será este, afinal, o discurso do mal?As palavras do socialismo são muito eloquentes, mas na prática traduzem-se em... pobreza!
