A interrupção voluntária da gravidez, nome menos gravoso para a realidade ética que está em causa, é atribuído pela comunicação social, que muitas vezes anda a reboque da ideologia de esquerda, que tudo facilita para despenalizar. A verdade é que a prática do aborto é uma realidade muito dramática, sobretudo nas mulheres mais jovens, e que levanta muitos problemas de natureza ética para a sociedade.
Sem estar aqui a querer tomar partido, porque esta situação, só que passa de perto por ela é que conhece realmente a dor e o sofrimento que a hipótese do aborto inflige, mas a verdade é que o estado deveria apresentar uma alternativa à prática do aborto.
Uma alternativa à prática do aborto
Muitas mulheres não querem ter um filho indesejado, ou porque é uma situação que está envolta num drama afetivo (e às vezes até num crime de coação ou violação) ou porque são elas próprias que percebem que não têm condições para criar um filho. Por isso, a questão não deveria ser apenas entre legalização e não legalização. O estado que subsidia tantas minorias e tantos refugiados de "coisa nenhuma", gastando rios de dinheiro com supostas necessidades de integração a esses refugiados - se bem que às vezes reais! -, ou então gastos com projetos relacionados com ideologias de género, está na altura de apresentar uma alternativa. Porque não há-de o mesmo estado fomentar a iniciativa privada para criar instituições para apoiar estas mulheres na gravidez? E possivelmente em aceitar-lhes os filhos que muitas não querem ou não podem criar e sustentar. Então Portugal não precisa de inverter a sua pirâmide demográfica? Não precisa de mais nascimentos e futuramente de mais jovens a descontar para segurança social, tornando-a mais sustentável? Porque há-de o partido socialista andar a fomentar nascimentos em famílias do médio oriente, quando pode ter uma maior taxa de natalidade entre os seus?
