Junte as suas dívidas. Se consolidar créditos dispersos já fazia sentido em tempos de bonança, nestes faz ainda mais. Para a junção de vários créditos pode sempre recorrer a consultoras como a Doutor Finanças ou a Reorganiza, para dar dois exemplos. A poupança é significativa. “Recentemente chegou-nos um cliente com um valor em dívida de cerca de 47 mil euros, que incluía créditos pessoais e cartões de crédito”, conta Cláudio Santos, diretor comercial da Doutor Finanças. A consolidação fixou um prazo de 84 meses e baixou a taxa de juro de 16% para 12,9%. Dessa forma, “Permitiu poupar mais de 320 euros por mês, ficando o cliente com uma prestação de 895 euros”, explica Cláudio Santos. Este exemplo mostra bem que vale a pena ver como gerir melhor os seus créditos.
Consolidar créditos facilita a gestão de contas
Assim, na dívida de cartões de crédito e de descobertos bancários consolidar poupa dinheiro em termos globais. Mas noutros casos significa um alívio imediato tendo como contrapartida mais custos no total. “Contudo, pode ser a diferença entre conseguir cumprir os pagamentos ou falhar”, nota Cláudio Santos. Além disso, consolidar também permite fixar os pagamentos num só dia e facilita a gestão das contas. Por isso, ver como gerir melhor os seus créditos pode ser um meio de tornar possível o pagamento das prestações, que de outra forma seria mais difícil de conseguir.
Amortize o seu crédito pessoal
No crédito pessoal, onde as taxas de juro rondam 8%, amortizar antecipadamente compensa muito. Vejamos como exemplo uma dívida de 25 mil euros com uma taxa de 8% e 72 prestações em falta. Uma amortização de 5 mil euros baixa a prestação mensal em quase 88 euros por mês e de 1.312 euros ao todo no fim do prazo, exemplifica a Doutor Finanças. Se amortizasse o crédito integralmente, este cliente pouparia mais de 6.500 euros em juros, nota a consultora.
