Top Banner

Os princípios da alquimia

 

A Alquimia é uma técnica esotérica que possui objetivos espirituais semelhantes a muitas tradições mágicas. Aparecendo no ocidente no século XII, como termo de referência, estava relacionada com a procura de um «elixir de imortalidade», com uma cura universal, ou com um meio de transportar metais não preciosos em ouro.


Foi considerada percussora especulativa da química, sendo, no entanto, bastante diferente desta: a química linda com tudo o que é cientificamente verificável, enquanto a alquimia, como prática mágica, preocupa-se antes com a realidade escondida acende sob a perceção normal.

A bíblia dos alquimistas é atribuída a Hermes Trimegisto.  Nela se afirma:« aquilo que está em baixo é igual ao que está em cima»,  e que todas as coisas vêm do infinito e eterno.  1 simbolizado por Ouroboros,  uma cobra ou um dragão comendo a sua própria cauda, representando o ciclo do universo e do infinito eterno.


A alquimia como o despertar química

A Alquimia veio a tornar-se a grande paixão da época, combinando a busca da Pedra Filosofal, que se acreditava ter o poder de transmutar os metais-base em ouro,  com uma procura espiritual interior (esotérica).  A Alquimia era encarada como uma arte que conduzia a transmutação  Como uma ciência embrionária era uma proto-química:  os alquimistas primitivos realizaram em laboratórios as suas experiências e estudos e fizeram uma série de descobertas que contribuíram para o desenvolvimento da química. Esta prática conduzia a experiências com metais e outras substâncias e os resultados eram interpretados com o auxílio da astrologia,  da cabala e do conhecimento das ervas, empregando frequentemente a linguagem do simbolismo místico cristão.